Existe ou não Jesus?

 

 

 

 

Não é seguro questionarmos a existência de Jesus, pois a resposta exige uma ciência que ainda não está presente no nosso mundo, exige uma sabedoria que vai muito para além daquilo que conhecemos como certo, tacteável, visível e audível.

É, certamente mais correto perguntar: qual foi a ocupação de Jesus? Jesus dedicou a sua vida a ajudar os mais necessitados, a salvar os pobres de espírito; e é por isso que é morto, porque o ser humano não consegue viver em harmonia nem consigo próprio nem com os outros, porque o ser humano tem de se basear em falsas interpretações, de rotular tudo o que vê para poder ter alguma percepção, embora incorrecta, da vida de uma pessoa; avançando erradamente, por caminhos do ódio.

O Homem tem demonstrado, ao longo destes anos, que não é digno das coisas simples e boas que, felizmente, a vida por vezes lhe vai trazendo, nem das dádivas que este universo incrivelmente criou unicamente para ele ficar seguro e confortável, não é merecedor da consciência, da sua inteligência e da sua superioridade, tão bem inventada e batida, enquanto não souber ver o mal que emprega em quase todas as suas acções da sua vida e, muito pior que isso, nunca tem vontade própria para mudar ou se arrepender.

A bíblia deve ser lida como um conto de fadas de crianças, que por detrás da história há sempre uma mensagem que nos pode ajudar a sermos melhores pessoas, seres com princípios e valores para com o próximo, para com o mundo.

A minha fé é baseada na esperança de que um dia todos perguntarão a si mesmos: o que posso fazer de diferente? Como posso tornar a minha vida mais rica em boas acções?